Espiritualidade Eucarísitca
sábado, 10 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Perfil da violência contra a juventude no Brasil e na América Latina
De acordo com o Mapa da Violência , apresentado em 2008, os jovens latino-americanos são os que mais sofrem com a violência. O Brasil e a Colômbia são os grandes focos. Comparado com os países da Europa, o índice de violência entre toda a população é 16 vezes maior.
Relacionando os dados entre os jovens, esta estatística sobe 31 vezes. O perfil da violência juvenil apresentada pelos meios de comunicação sempre foca na vítima que morre por assassinato e, este sendo referido como um “mau elemento”, que devia mesmo morrer e que já fora tarde.
Há poucos espaços de discussão que envolvem a sociedade civil e outras organizações num debate sobre a realidade e os desafios de “ser jovem” nos dias atuais. Os poucos espaços existentes não trazem os jovens como sujeitos de direitos e deveres, mas como culpados, como alvo de punição.
Recentemente, uma pesquisa realizada pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) em parceria com o Observatório de Favelas, apresentou uma estimativa da quantidade de adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que poderão ser mortos no período de 2006 a 2012.
O número é alarmante: cerca de 33.503 (trinta e três mil quinhentos e três). O homicídio é a causa de cerca 46% das mortes de adolescentes e jovens. Outro dado importante e que exige novos estudos e uma atenção especial é a migração da violência para cidades de médio porte.
É preciso, de uma vez por todas, pensar em ações que gerem oportunidades aos jovens, especialmente aos negros e mais pobres e excluídos da nossa sociedade.
Edgar Mansur
confira: http://www.juventudeemmarcha.org/index.php?option=com_content&view=article&id=76:perfil-da-violencia-contra-a-juventude-no-brasil-e-na-america-latina&catid=5:artigos-e-textos&Itemid=4
Relacionando os dados entre os jovens, esta estatística sobe 31 vezes. O perfil da violência juvenil apresentada pelos meios de comunicação sempre foca na vítima que morre por assassinato e, este sendo referido como um “mau elemento”, que devia mesmo morrer e que já fora tarde.
Há poucos espaços de discussão que envolvem a sociedade civil e outras organizações num debate sobre a realidade e os desafios de “ser jovem” nos dias atuais. Os poucos espaços existentes não trazem os jovens como sujeitos de direitos e deveres, mas como culpados, como alvo de punição.
Recentemente, uma pesquisa realizada pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) em parceria com o Observatório de Favelas, apresentou uma estimativa da quantidade de adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que poderão ser mortos no período de 2006 a 2012.
O número é alarmante: cerca de 33.503 (trinta e três mil quinhentos e três). O homicídio é a causa de cerca 46% das mortes de adolescentes e jovens. Outro dado importante e que exige novos estudos e uma atenção especial é a migração da violência para cidades de médio porte.
É preciso, de uma vez por todas, pensar em ações que gerem oportunidades aos jovens, especialmente aos negros e mais pobres e excluídos da nossa sociedade.
Edgar Mansur
confira: http://www.juventudeemmarcha.org/index.php?option=com_content&view=article&id=76:perfil-da-violencia-contra-a-juventude-no-brasil-e-na-america-latina&catid=5:artigos-e-textos&Itemid=4
domingo, 4 de setembro de 2011
SOS África: coleta nacional será neste domingo
Segundo o presidente da Cáritas, dom Luiz Demétrio Valentini, as doações não se encerram no dia 4, podendo ser feitas ao longo dos dias, de acordo com a realidade de cada região, paróquia ou diocese do país.
Para a CNBB, o povo brasileiro tem uma ligação muito próxima com os povos africanos, por conta da colonização e dos laços históricos. “Temos uma grande dívida histórica com o Continente Africano, com o qual mais da metade da população brasileira se sente ligada por laços de identidade racial”, destaca a nota.
“Por isso, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, através da Cáritas Brasileira, está agora lançando essa campanha urgente, para que organize antes uma coleta nacional, cujos recursos serão enviados de imediato para a Cáritas Internacional, para socorro de tantas pessoas que estão confinando em nossa solidariedade”, diz um trecho da mensagem.
Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/7522-sos-africa-coleta-nacional-sera-neste-domingo
Grito dos Excluídos: uma mobilização nacional pelos direitos do povo brasileiro .
Ao longo desta semana, de 1º a 7 de setembro, todas as regiões do país celebram a 17ª edição do Grito dos Excluídos, cujo lema é “Pela vida grita a terra... Por direitos todos nós”. Trata-se de um conjunto de manifestações populares carregada de simbolismo, aberta às pessoas, grupos, entidades, Igrejas e movimentos sociais comprometidos.
Três são os objetivos da mobilização nacional: denunciar o modelo político e econômico que concentra riquezas e condena milhões de pessoas à exclusão social; tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; e por último, propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social.
Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/7521-grito-dos-excluidos-uma-mobilizacao-nacional-pelos-direitos-do-povo-brasileiro
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